OS CETÁCEOS:

Porquê em liberdade

MATERIAL DIDÁCTICO  DE APOIO

Traduções em Inglês, Espanhol, Português, Alemão, Francês,

Italiano, Grego, Catalão e Russo!

A IDEA

 

Apesar do nível e quantidade de informação disponível contra o cativeiro, o número de jardins zoológicos continua a aumentar, pois grande parte da população desconhece os principais fatores que envolvem esta indústria. A maior parte da informação que existe está dirigida aos adultos, daí a ideia de criar um material específico adaptado aos "mais pequenos", disponível em diferentes línguas.

 

Temos que começar por educar nas escolas:

as crianças não só são as futuras gerações como também têm a audácia de mudar a mentalidade dos seus pais.

 

Este material poderá ser usado tanto por professores como por pessoas doutras áreas de formação, conscientes desta situação, que decidam dar um passo mais à frente dirigindo-se às escolas locais para exporem este problema. Também pode ser utilizado por empresas ou ONGs em atividades de educação ambiental.

 

É importante não deixar de parte os países onde os cetáceos em captividade já estão proibidos ou simplesmente não existem, pois os seus habitantes são potenciais turistas de países onde esta pratica é corrente.

 

Com a ajuda da internet, a nossa ideia é que, qualquer pessoa ou grupo, em qualquer lugar do planeta possa ter acesso a este material e dar-lhe o melhor uso possível. Para aqueles que acham que um ato isolado não muda nada e como resumo deste projeto, nós queremos citar um autor uruguaio, Eduardo Galeano, que dizia o seguinte:

Gente pequena, em lugares pequenos,

a fazer coisas pequenas,

pode mudar o mundo!

 

O MATERIAL

 

Este material está destinado a idades entre os 9 e 99 anos.

 

Consta de um total de seis fichas com informação diversa e atividades de relacionar ou pintar (recomendamos imprimir em frente e verso, assim também contribuímos com o meio ambiente poupando papel). O material está dividido em duas secções:

 

I: Características gerais e biologia dos cetáceos no seu meio natural das três espécies principais dos zoológicos: as orcas, os golfinhos roazes e as belugas.

 

II: Cetáceos em captividade. Uma visão comparativa com os cetáceos em liberdade e com os próprios humanos sobre a situação destes animais nas piscinas dos zoológicos.

FAÇA DOWNLOAD DO MATERIAL AQUI!

IMPORTANTE: como atividade extra para os adultos, propõe-se desenhar um mapa mundo num papel grande que possa ser usado de mural para que as crianças possam entender a dimensão do oceano frente ao tamanho duma piscina.

 

Além disso, em cada caso em especifico seria necessário informar-se da existência de lugares próximos com possibilidade de avistar cetáceos em liberdade para oferecer a alternativa real de ir ver animais selvagens perto de casa em lugar de visitá-los em zoológicos.

SOBRE NÓS

 

Somos uma equipa multidisciplinar formada por pessoas de diferentes países e áreas de estudo, que trabalharam de forma cooperativa para criar um material educativo com o objetivo de mostrar aos "mais pequenos" como vivem os cetáceos no seu meio natural, o oceano, comparando à sua situação em cativeiro.

 

Depois de um intenso e gratificante trabalho nasceu este material cuja distribuição vai a ser gratuita.

A equipa não representa nenhuma organização, o seu trabalho foi voluntário e não remunerado, por tanto, a venda ou mau uso do material estão estritamente proibidos.

 

AUTORES

 

Yasmina Rodríguez. Bióloga Marina nascida nas ilhas das Canárias trabalhou em diferentes projetos de conservação de tartarugas marinhas em Cabo Verde e Galápagos, assim como em projetos de investigação de cetáceos e contaminação marinha em Espanha e Portugal.  A influência que os zoológicos têm na sua terra nativa desde há anos e a quantidade de cetáceos em cativeiro despertou-lhe a necessidade de fazer algo contra desta indústria milionária. 

(www.endemicazores.com; https://www.facebook.com/endemicazores/)

 

Frederico Pessanha. Biólogo Marinho com interesse na conservação e biodiversidade marinha. Conta com trabalhos em áreas protegidas no continente Africano e sensibilização das comunidades locais através das escolas e grupos de trabalhadores. Neste momento exerce o trabalho de guia/biólogo em atividades de observação de cetáceos selvagens e mergulho nas águas Atlânticas do arquipélago dos Açores. (www.endemicazores.com; https://www.facebook.com/endemicazores/)

 

Marina Ladrero García. Técnica superior em artes plásticas e desenho de ilustração. Artista multidisciplinar especializada no desenho, técnicas gráficas e ilustrativas como na aquarela, acrílico, gravado e desenho por computador. Domínio na utilização de ferramentas digitais como Indesign, Illustrator e Photoshop. Com experiência em desenho de murais e de grande formato. (https://www.facebook.com/doiscanarios/)

 

Góel Domínguez Val. Licenciado em Belas Artes e técnico superior em artes plásticas e desenho em ilustração. Criador polivalente especializado em pintura de grande formato e ferramentas digitais (Photoshop, Indesign). Apresenta um portfólio repleto de trabalhos em diferentes técnicas de ilustração (desenho, pintura e técnicas gráficas). (https://www.facebook.com/doiscanarios/)

 

Miriam Romagosa. Bióloga especializada no estudo dos cetáceos, na área da acústica, para entender a relação do ruído marino ambiental com a comunicação entre os animais e a nossa capacidade em detectá-los.  Estudos esses feitos com animais em liberdade a partir de barcos ou de terra. Na sua opinião, não é necessário o cativeiro para a investigação destes animais pois já existe formas alternativas.

 

Tarsila Pfyffer. Tradutora multidisciplinar, nascida no Brasil, de origem suíça. Morou também na Rússia e na Bélgica, onde se formou. Tal como o nome da sua formação e o seu percurso indicam, adora multiplicar experiências e campos de conhecimento. Trabalhou em projetos de conscientização ambiental nos Açores onde redescobriu o prazer do contato com a natureza e a importância de ações de preservação ambiental.

Andreia Azevedo. Psicóloga Clínica no Psikontacto (www.psikontacto.com) em Coimbra. Desde 2000 trabalha com crianças, adolescentes, famílias, e desde 2008 abraça um outro desafio, o de implementar, supervisionar e investigar o Programa de Intervenção Parental Anos Incríveis (www.incredibleyears.com) em Portugal. É Doutorada pela FPCEUC e investigadora no Projeto Anos Incríveis para a Promoção da Saúde Mental (http://www.uc.pt/fpce/anosincriveis), projeto que visa capacitar profissionais dos cuidados primários de saúde, educadores de infância e pais, com o objetivo de disseminar estratégias empiricamente validadas, bem como, a prevenção e intervenção precoce nos problemas de comportamento em idade pré-escolar e a redução das desigualdades sociais. É formadora de profissionais em áreas como a intervenção com pais,  a psicopatologia da infância e adolescência, programas de intervenção parental e Consultora Científica na Associação Pais como Nós (https://www.facebook.com/paiscomonos).

 

Julien Floro. Conservacionista Marinho com MSc em biodiversidade e conservação marinha. Através da sua carreira académica e profissional, com trabalhos desenvolvidos no continente Sul Americano (Equador) e Africano (Quénia, Madagáscar), incrementaram o seu conhecimento e especializou-se nas temáticas seguintes: Reservas marinhas (MPA’s), pesca artesanal e pequena escala, (SSF) e em trabalho social comunitário com as diferentes partes intervenientes (ex. Pescadores, marítima turística, etc.)  e difusão dos conceitos de conservação marinha  para incrementar a aceitação social dos projetos.

Maria Rakka. Bióloga marinha, com interesse na ecologia e biodiversidade marinha. Nascida na Grécia trabalhou em vários projetos de investigação, disseminação de conhecimentos científicos e sensibilização da sociedade sobre problemas ambientais. Neste momento trabalha na área de investigação da biologia de espécies marinhas no arquipélago dos Açores.

(https://pinchofadventure.wordpress.com/; https://www.facebook.com/PinchOfAdventure/)

 

Eléonore Berdat. Estudante de Geologia na Universidade de Lausanne. Trabalhou numa empresa de whale watching nos Açores. Além dos seus estudos, atualmente trabalha como animadora em escolas num projeto regional sobre a utilização da energia e as suas fontes.

 

Elke Brockmann. Licenciada em Tradução Técnica (Inglês, Francês) numa Universidade na Alemanha. Trabalhou no Instituto de Cultura Francesa e no Consulado Geral da Grã-Bretanha. Foi responsável do Departamento de Imprensa Técnica pela Feira Internacional de Informática CeBIT e durante 15 anos foi Corporate Communications Manager numa organização em Hong Kong. Vive nos Açores desde 2007.

 

Roman Jindra. Alemão licenciado em Sociologia pela Universidade de Saboie e Filosofia pela Universidade de Grenoble em França. Durante o seu percurso sempre demonstrou interesse pela natureza e a sua conservação. Trabalhou nos Açores como Educador Ambiental num projeto de Agricultura Biológica e Permacultura nas Escolas Primarias onde dava também aulas de capoeira. Atualmente frequenta um curso superior de Medicina Tradicional Chinesa em Lisboa. 

(https://www.facebook.com/rataodobambuzal/)

Fabio Lenzo. Educador Social e Cultural licenciado na Faculdade de Psicologia e Ciências da Formação em Bolonha, onde realizou um projeto prático de Organização Didática da Escola Primaria “eco-schools”. Especialisou-se em Planificação, Gestão e Avaliação de Intervenções Educativas, onde concluiu com a apresentação de um estudo sobre o nível de inclusão social nas escolas primarias do norte do Canton Ticino (Suiza) utilizando como instrumento de investigação o Index for Inclusion. Trabalhou como tutor didático no curso de Magistério da Universidade de Bolonia, e durante os últimos cinco anos na criação de projetos educativos em escolas primarias e comunidades de menores. Atualmente trabalha na University of Applied Studies and Arts of Southern Switzerland (SUPSI) como cientista/formador.

Queríamos agradecer especialmente a Vera Batsekalo pela sua tradução ao russo e a Sean Paton pela sua ajuda inicial. 

E. Atchoi, obrigado pela tua tentativa de conseguir uma tradução para o turco.

Por último, agradecemos com um carinho especial a María del Carmen, Agustín, Isabel e Luís pelo seu apoio incondicional. 

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